Poliana olhava para o rosto de Gustavo, enquanto as lágrimas desciam sem parar.
Ela nunca foi de desconfiar facilmente de alguém.
Talvez fosse por causa de sua infância solitária ao lado da avó e da mãe, sem muitos parentes ou vizinhos por perto, o que a fez valorizar cada pessoa que se aproximava.
Poliana sempre se esforçava para lembrar com carinho cada momento sincero que alguém lhe dedicava.
Agora, ver Gustavo com essa expressão de tristeza contida tocava um ponto vulnerável em seu coração