O silêncio nos aposentos de Elise era apenas aparente. O peso da invasão ainda pairava no ar, e mesmo cercada por guardas e pela presença constante de Astor e Lucian, ela não conseguia ignorar a sensação de que estavam sendo observados. A noite lá fora permanecia inabalável, mas algo na escuridão pulsava como um predador paciente, à espera do momento certo para atacar novamente.
Ela sentia sua respiração ligeiramente irregular, mesmo tentando se manter firme. Seus dedos apertavam levemente os p