A escuridão parecia não ter fim. Elise flutuava em um vazio sem forma, incapaz de distinguir o tempo ou o espaço ao seu redor. Vozes sussurravam ao longe, mas eram apenas ecos distantes, como se alguém tentasse alcançar-la através de uma névoa impenetrável.
Então, um som mais forte cortou o silêncio.
— Elise...
A voz era grave, firme, transmitiu uma emoção que ela não conseguiu identificar de imediato.
Lucian?
Ela tentou abrir os olhos, mas as suas pálpebras pesavam como se fossem feitas de chu