Elise estava sentada no centro de seus aposentos, os dedos trêmulos apertando o tecido do vestido. O confronto com os reis ainda ressoava em sua mente como um eco implacável. Seu peito subia e descia de maneira irregular, a respiração presa entre o medo e a raiva. Ela não suportava a ideia de estar encurralada, de ser apenas uma peça dentro do jogo político e da profecia que parecia girar ao seu redor.
Um soluço escapou de seus lábios, e ela se levantou de súbito, caminhando pelo quarto com pas