Liel
Ele leva dois dedos ao próprio lábio, tocando o corte que eu fiz. Quando os retira, há um pequeno traço de sangue na ponta. Ele olha para o vermelho, depois para mim, e um sorriso lento e obscenamente satisfeito se espalha pelo rosto.
— Não vai ser a única primeira coisa que eu vou ter sua — ele diz, passando o dedo pelo lábio de novo e limpando o sangue com a língua, sem tirar os olhos dos meus.
Um arrepio repulsivo e perigoso percorre minha espinha.
— Você está bêbado — retruco, tentando