Mundo de ficçãoIniciar sessãoO amanhecer chegou como quem lambe a beirada do mundo: devagar, tingindo de cobre as copas das árvores e prateando os telhados ainda úmidos da garoa da madrugada. A fazenda respirava em silêncio. Só se ouvia o estalar tardio da lenha morrendo dentro da lareira da sala e, lá fora, o rumor distante do curral, um mugido espaçado, o farfalhar do capim, o arrastar de botas de algum peão madrugador.







