A manhã que muda tudo
Acordo com uma tontura leve, algo que não combina em nada com meu corpo.
Não é sono acumulado, não é falta de café, não é resfriado.
É diferente.
Laura ainda dorme, embolada no canto da cama, agarrada ao seu paninho amarelo.
Ela respira profundamente, tranquila, e uma pontada inesperada de náusea sobe pela minha garganta sem aviso.
Corro para o banheiro antes que o mal-estar se transforme em algo pior.
Me apoio na pia, respirando fundo, tentando controlar o enjoo que