O túnel parecia não ter fim.
O ar era frio.
Úmido.
As paredes de pedra, cobertas por musgo, denunciavam que aquela passagem não era usada havia décadas.
Mesmo assim, continuava firme.
Como se tivesse sido construída para sobreviver ao tempo.
Daniel seguia na frente, iluminando o caminho com a lanterna do celular.
Atrás dele vinha Verônica, segurando a mochila que agora continha o gravador e parte dos documentos.
Adrian carregava a pesada caixa de ferro.
Apesar do esforço, não reclamava.
Sabia q