A claridade mansa da manhã de 25 de dezembro começou aparecer na cortina do quarto de solteiro. Rael abriu os olhos devagar. Ao seu lado, Lana dormia profundamente, o rosto sereno espalhado no travesseiro, envolta em uma calma que ele não queria quebrar. Movendo-se com extrema cautela, ele escorregou para fora da cama estreita sem fazer barulho.
Caminhou até as antigas gavetas do seu armário de adolescência e as abriu com cuidado. Encontrou algumas roupas de anos atrás: pescou uma bermuda tacte