Mundo de ficçãoIniciar sessãoNaquela tarde liguei para Vincent que se empolgou com a minha resposta. Disse que passaria no dia seguinte para me buscar. Quando a noite caiu, comecei a arrumar minhas malas. Sebastian estava parado na porta do meu quarto, sentado no chão de pernas cruzadas e me encarando fixamente como uma criança.
– Acha que me olhar assim vai me fazer mudar de ideia? – continuei prestando atenção no que fazia.
– Não custa nada tentar.
– Uma hora você vai cansar. –







