(POV: Sophie)
Depois que Alexandre saiu, o silêncio no bangalô ficou ensurdecedor.
Fiquei parada no meio do quarto, incapaz de me mexer, o corpo ainda tremendo, como se o perigo não tivesse ido embora com ele.
Quando a equipe voltou, forcei um sorriso. Um desses sorrisos vazios, ensaiados, que nunca chegam aos olhos. Ninguém pareceu notar — ou preferiu fingir que não. Assim que terminaram de me arrumar, meu pai apareceu na porta.
Os olhos dele estavam vermelhos. Molhados.
E, de repente, tu