(POV: Alexandre)
O tempo parecia ter se transformado em algo denso e viscoso, arrastando-se enquanto eu permanecia ali, preso ao corpo de Sophie. O som dos meus próprios soluços, que antes me pareciam estranhos e distantes, agora era a única prova de que eu ainda era humano. Eu sentia o calor dela através do tecido do vestido, um contraste gritante com a frieza das minhas roupas encharcadas, que insistiam em grudar na minha pele como uma lembrança do caos que eu mesmo havia provocado.
Aos pou