(POV: Alexandre)
O asfalto parecia queimar sob os pneus do carro enquanto Eric dirigia em alta velocidade pelas ruas da cidade. Eu estava no banco de trás, sentindo o sangue pulsar em minhas têmporas com uma força que ameaçava explodir. Minhas mãos estavam fechadas em punhos tão apertados que as juntas haviam ficado brancas. O silêncio dentro do veículo era absoluto. Nem mesmo Henrique ousou falar naquele momento.
Senti meu celular vibrar. Peguei-o do bolso e vi o nome de Marcos brilhando na