Capítulo 231 — O silêncio que vem depois do fim
Não houve explosão.
Não houve grito.
Não houve queda.
Houve silêncio.
Um silêncio tão profundo que parecia apagar até a memória do som.
Adrian estava no chão.
Ou no que restava dele.
Porque naquele espaço branco não existia direção.
Não existia peso.
Não existia tempo.
Apenas ausência.
Apenas o eco do último instante.
O momento em que o filho tinha atravessado o núcleo… e desaparecido.
Ele tentou respirar.
O ar entrou.
Mas não trouxe vida.
Trouxe