O som da porta sendo arrombada ecoou pelo corredor como um trovão dentro de uma caixa de aço.
Lívia nem teve tempo de respirar.
Os homens invadiram o quarto com movimentos precisos, armas erguidas, olhos frios. Não eram apenas atiradores. Eram executores. Pessoas treinadas para apagar existências como quem apaga uma luz.
O bebê chorou.
Um choro desesperado, rasgado, como se sentisse o perigo antes mesmo de entendê-lo.
— NÃO! — Lívia gritou, recuando instintivamente.
Seu corpo inteiro entrou em