O cheiro forte do estábulo, o som dos cascos batendo no chão e a respiração pesada do cavalo à minha frente me mantinham focada, como sempre. Era ali que minha cabeça funcionava melhor, onde tudo fazia sentido. Eu ajustava a posição do animal com cuidado, passando a mão pelo pescoço dele para acalmá-lo enquanto orientava o técnico ao meu lado a segurar com mais firmeza, sem forçar a perna que estava sensível. O cavalo se mexeu inquieto, e eu murmurei um “calma” quase automático, mais para ele d