Sila
Na manhã seguinte…
— Oh, nossa! — resmungo dolorosamente, me sentando em uma cadeira de frente para uma mesa farta, onde o meu marido já está acomodado. Devo dizer que ele está intacto, até parece que nem bebeu o tal Raki. No ato, fecho os meus olhos para a claridade que me incomoda e apoio a minhas cabeça em minhas mãos.
— Como você está? — O escuto perguntar, porém, bufo em resposta.
— Meu estômago está embrulhado e a minha cabeça não para de latejar — lamento.
— Eu disse que você estava