No corredor do hospital, Doris segura o telefone com firmeza, enquanto conversa com a voz baixa.
— Não se preocupe, Hector, estou de olho nela. Não permitirei que ninguém descubra que ela está aqui — ela assegura com seriedade.
— Você não pode deixar que a Ava saia do quarto, está me ouvindo? — Hector insiste do outro lado da linha, demonstrando pela voz o quanto está desesperado.
— Claro que estou ouvindo. Tenho certeza de que ela não fará isso. O médico deixou bem claro que ela não pode fazer