Capítulo 2
Eu pude senti-lo se abaixar um pouco, prendendo os polegares nas laterais da minha calcinha e puxando-a lentamente até as minhas coxas, amassando o tecido em uma bola. Em seguida, ele separou minhas nádegas e pressionou algo quente e duro contra mim, avançando devagar, como se tentasse me penetrar.

— Não… não.

O homem atrás de mim era Victor. Como eu poderia sequer ter esse tipo de relação com ele?

Com o pouco de sanidade que me restava, mordi o lábio inferior, tentando me manter calma, e me virei de repente.

— Victor, é… sou eu.

Com as bochechas em chamas, abaixei a cabeça e puxei a calcinha de volta para cima, com medo de encará-lo.

— Ah… é você, Mara.

Victor pareceu assustado e deu meio passo para trás, interrompendo os movimentos. Quase instantaneamente, algo exageradamente grande entrou no meu campo de visão.

Meus olhos se arregalaram. Aquilo… era mesmo de tamanho humano?

Eu não era uma garota ingênua ou sem experiência. Pelo contrário, minhas vivências fariam muitas mulheres da minha idade corarem. Ainda assim, o volume de Victor era mais impressionante do que qualquer outro que eu já tinha visto, aquilo me deixou atônita.

O de Ryan já era bem grande, mas aquilo era ainda mais impressionante, era pelo menos um terço maior. Se eu fosse presa por um gostoso daqueles, apanhasse e fosse penetrada ao mesmo tempo, eu certamente ficaria exausta, não ficaria?

Só de pensar nisso, me assustei comigo mesma. Virei o rosto rapidamente, usando a bolsa para cobrir a parte inferior do corpo dele, e disse com a voz trêmula:

— Guarda isso… por favor.

— Ah… claro…

Descemos do metrô e seguimos para casa. Já estávamos quase chegando quando Victor falou:

— Mara, você precisa ter mais cuidado da próxima vez. — Disse ele.

— Não use coisas que chamem tanta atenção. A cidade está cheia de gente que se aproveita disso, especialmente quando você é jovem e… bonita.

Ele não mencionou o metrô. Nem uma única palavra sobre o que tinha acontecido minutos antes.

Falou apenas como um adulto preocupado, como se nada tivesse passado do limite.

Eu não respondi, minha mente ainda presa àquela imagem impressionante que eu tinha visto. Levei a mão ao rosto, acariciando a bochecha que ainda queimava.

"Se eu não tivesse me virado… ele teria me tomado com força naquele trem lotado…"

Não consegui evitar fantasiar, meu corpo depravado ficando cada vez mais fora de controle. Era como se formigas rastejassem entre minhas pernas, coçando e formigando. Minha mente repetia imagens de mim sendo imobilizada e fodida com força por Victor.

Por fim, o estímulo proibido e vergonhoso se tornou insuportável. Abri a porta da frente e corri direto para o quarto.

— Victor, não estou me sentindo bem. Faça alguma coisa pra comer aí e vá dormir.

Mal consegui esperar para me jogar na cama. Tirei toda a roupa e puxei um vibrador do fundo da gaveta da cômoda. Abri bem as pernas, voltada para a direção da sala onde Victor estava, e liguei o aparelho.

Eu queria tanto!

Queria um homem na minha cama agora!

Não importava quem fosse!

Não importavam as consequências, desde que fosse tão forte quanto Victor! Desde que pudesse preencher aquele vazio dentro de mim!

Até meu último suspiro, exausta e à beira de perder a consciência, eu ainda pensava: e se… Victor entrasse correndo e se impusesse a mim? Eu resistiria?

De madrugada, fui acordada por um zumbido e percebi que ainda segurava o meu brinquedinho. Embora a sensação restante me mantivesse deitada, a vontade de ir ao banheiro me obrigou a me levantar, vestir a camisola e caminhar sonolenta até o banheiro.

Então, algo inesperado aconteceu!
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