Quando cheguei à casa daquela que eu considerava minha melhor amiga, tentei manter a calma. Agi como se tudo estivesse normal. Fiquei por lá, almocei e cuidei da minha filha, dando-lhe um banho cheio de carinho. Eu só queria um momento de paz com a minha menina. No entanto, o clima amistoso evaporou no instante em que anunciei que estava saindo e que levaria minha filha comigo. Sem um pingo de hesitação, ela simplesmente caminhou até a porta e trancou-a, bloqueando a nossa saída. Naquele segund