―Não pode se dar ao luxo de negar as refeições. Você precisa se esforçar ―digo com mais mansidão na voz.
Samira sorri e esticando sua mão toca a minha que está apoiada sobre a cama. Eu estremeço e espero que ela não tenha notado isso.
―Hoje me alimentei direito, Said. E ontem, realmente não comi nada, mas bebi uma vitamina de frutas com o remédio que Rafad comprou. Satisfeito?
Eu a observo atentamente, protegido pela minha fachada séria:
―Está certo. Saiba que ficarei de olho em você dessa ve