SOFIA BELLANDI
Acordei duas horas depois com o cheiro de pão de queijo invadindo o quarto.
Abri os olhos devagar e encontrei Augusto entrando na suíte com uma bandeja nas mãos.
Ele ainda usava a camisa social, agora com as mangas dobradas até os antebraços, e parecia satisfeito demais para um homem que havia acabado comigo antes de me deixar dormir sem nem tomar banho.
— Trouxe comida — anunciou.
Sentei na cama, puxando o lençol para cobrir o corpo.
— Pão de queijo?
— Recheado com calabresa.
M