Sofia Bellandi
— Eu posso tomar um banho primeiro?
— Claro.
Augusto pegou minha mão novamente e, droga, como aquilo era bom.
Era apenas uma mão. Eu sabia.
Mesmo assim, existia algo estranhamente confortável na maneira firme como os dedos dele envolviam os meus. Augusto seguiu pelo corredor carregando minha bolsa, ou mala pequena, como o exagerado insistia em chamar.
Entramos no quarto principal. Meu coração foi parar na garganta ao perceber a cama enorme no centro do ambiente. Não olhe, Sofia.