Sofia Bellandi
Eu ainda tentava agir como se nada tivesse acontecido quando Alina surgiu ao meu lado.
— Vem comigo.
Guardei o celular sobre o sofá.
— Pra onde?
Ela apontou com o queixo.
— Ali.
Revirei os olhos, mas a acompanhei até uma parte mais reservada da área externa. Assim que chegamos perto do jardim, ela parou e cruzou os braços. Conhecia aquela expressão.
Lá vinha problema.
— O que foi agora?
— Você e meu pai.
— O que tem a gente?
— Sofia, eu não sou idiota.
— Nunca disse que era.
— Ó