Mundo de ficçãoIniciar sessãoA VISITA AO HOSPITAL: A DOR QUE UNE, A FORÇA QUE PERMANECE
O carro parou na entrada privativa do hospital, um edifício imponente que parecia absorver todas as angústias do mundo.— Jano ajudou Gemima a descer devagar, seus movimentos cuidadosos como se cada gesto dela fosse um vaso de cristal que ele precisava proteger do mundo cruel e impiedoso.— A enfermeira, sempre profissional, caminhava ao lado deles, segurando uma pasta abarrotada de exames e orientações médicas, seu olhar focado, mas com um toque de empatia nos olhos.— A UTI privada ficava no décimo terceiro andar, um espaço que, destinado a curar, também era um reino de medos e incertezas.—Quando as portas do elevador se abriram, o corredor silencioso recebeu Gemima com um cheiro de antisséptico que queimava as narinas e uma luz fria que parecia cortar a alma, intensificando a sensação de isolamento que pairava no ar.Na recepção da ala, Luna e Juno estavam sentados lado a lado, suas






