Fim da tarde, Armand deixava o consultório, exausto, revisando mentalmente as cirurgias do dia, cada detalhe dançando em sua cabeça como um eco persistente.
— O motorista, Hugo, abriu a porta do carro para ele, um gesto que sempre parecia um símbolo de confiança e dependência.
— Pronto para irmos, doutor?— Claro, quero apenas chegar em casa e descansar.
A imagem de um jantar quente e um bom livro parecia cada vez mais tentadora enquanto sua mente lutava contr