Mundo ficciónIniciar sesiónA RESSURREIÇÃO DE UM E O FIM DE OUTRA
A manhã ainda não havia iluminado completamente o céu quando o telefone de Jano começou a vibrar sobre a mesa da jantar. Ele acabara de acomodar Gemima no sofá, onde ela tomaria café da manhã em paz, conforme orientou a enfermeira. Embora houvesse ainda sombras de dor e preocupação em seus olhos, a noite foi tranquila — para ela e para os bebês. Ele pegou o celular e atendeu na mesma hora. Era sua mãe.— Jano… — a voz dela tremia, mas carregava uma emoção intensa. — Ele acordou, meu filho. Armand abriu os olhos há poucos minutos. Está confuso e fraco, mas está chamando por você e pela Gemima. Ele quer ver a filha.Jano fechou os olhos por um instante, sentindo um peso enorme se dissipar de seu peito — aquele fardo que só quem ama conhece. Respirou fundo, passando a mão pelo rosto.— Graças a Deus… — murmurou.Contudo, ele sabia que era necessário falar sobre a outra face da sua realidade. Uma tragédia. Um impacto qu






