CAP. 138 - ( NOTA DA AUTORA : O nome desse cap. vou deixar para vocês...)
— Na cama — ele rosnou contra a minha pele, o hálito quente queimando meu pescoço enquanto tentava me levar para o colchão.
— Não — eu o segurei pelos ombros, cravando minhas unhas com força na pele dele, puxando-o de volta para o embate. — Me come aqui. Desse jeito.
Eu não queria carinho. Se ele ia me jogar fora em poucos dias. Queria que o toque dele fosse tão pesado que eu não conseguisse associar aquilo ao prazer comum, apenas à posse absoluta. Queria que fosse desconfortável, que doesse um