Emma.
Sem pensar duas vezes, corro até a porta e destranco a fechadura com o coração acelerado, abrindo-a de imediato.
E lá está ele.
Luke.
Em carne, osso e completamente encharcado, parado diante de mim com a expressão cansada, mas com aquele mesmo sorriso torto que sempre soube me desarmar.
A chuva caía firme lá fora, e ele estava pingando da cabeça aos pés. Em uma das mãos, uma mala de rodinhas que parecia ter enfrentado uma maratona. Na outra, um embrulho simples envolto em papel kraft e u