Emma narrando.
Giro a maçaneta que mais parecia uma joia esculpida — translúcida como um diamante bruto — e uma porta até então quase invisível se abre com um estalo discreto, revelando uma escadaria estreita, mergulhada na penumbra. Lá de baixo, a batida abafada de uma música eletrônica escapa em ondas e parece puxar a gente para dentro do desconhecido.
Lanço um olhar para Victorio e Giulia, que me encaram visivelmente surpresos. Sorrio com a malícia de quem guarda segredos preciosos.
— Voc