— Quando finalmente terminamos o jantar que para mim parecia interminável, não perdi tempo e retornei para meu quarto imediatamente. Estou prestes a começar a tirar meu terno quando ouço a campainha do quarto tocar, estranho não pedi nada, e a essa hora ninguém deveria vir me visitar, a não ser que Bruno esteja precisando de algo, vou até a porta já estando descalça quando abro a porta senhor González está lá todo simpático com um buquê de margaridas gigante em suas mãos.
— Helena me perdoe, e