O silêncio que se instalou no quarto logo após o turbilhão que havíamos causado era quase palpável. Deitado de lado, com o queixo apoiado no topo da cabeça de Alice, ouvi o ritmo da respiração dela desacelerar aos poucos até se transformar no sopro compassado do sono. Minha mão continuava espalmada na lateral da sua cintura, sentindo o calor que ainda emanava da sua pele. Eu devia ter levantado e caminhado de volta para a minha suíte no fim do corredor. Esse era o protocolo sensato. Mas o cansa