— Você não está segura, Alice — confessei, os meus olhos fixos na boca dela antes de subirem para o seu olhar desafiador. — Nem você, nem eu. Porque a partir de hoje, a p0rra da tranca dessa porta é a única coisa que vai me impedir de entrar aqui todas as madrugadas.
Alice soltou o ar com força, o peito subindo e descendo freneticamente contra o meu. Suas mãos, ainda espalmadas no meu peito, subiram devagar até alcançarem o meu colarinho, os dedos apertando o tecido com uma urgência que ela já