O relógio do escritório marcava 21h em ponto.
Matteo estava sentado na cadeira de couro, girando o copo de uísque entre os dedos, encarando a tela do notebook à sua frente como se aquilo fosse, naquele momento, o portal para um submundo desconhecido: misterioso, provocante, perigoso.
O ambiente refletia sua personalidade: linhas sóbrias, elegância minimalista, tons escuros. Uma parede inteira revestida de madeira escura, livros perfeitamente alinhados, uma adega de vinhos finos no canto, e, sob