A imagem congelou na tela.
Irina, ajoelhada, com os cabelos dourados caindo como véus sobre os ombros nus, o rosto levemente inclinado para baixo, como se carregasse o peso de um mundo que ninguém via. A respiração dela, mesmo através da câmera, era algo que Andrews conhecia de cor e a reconheceria mesmo no escuro, entre mil outras.
Ele ficou ali, imóvel, observando a tela como um devoto observa a imagem de um santo.
O coração dela havia acelerado quando ele falou pela primeira vez. Não porque