Eles revistaram o apartamento durante horas. Eles abriram as gavetas, caixas, armários. E eles não encontraram nada. Até que Célia encontrou algo.
- Aqui – diz Célia e todos se aproximaram dela imediatamente.
Era uma tábua solta no chão, escondida debaixo de um armário antigo. E dentro, um envelope. Amarelado pelo tempo, ainda fechado, completamente selado, nunca enviado apesar de o selo indicar que aquilo deveria ter seguido pelo correio anos antes, muitos anos antes.
Marina abriu-o com cuidad