O vilarejo vizinho parecia adormecido antes mesmo do pôr do sol. Casas rústicas com luzes tênues e janelas semicerradas indicavam uma população desconfiada.
Darian amarrou seu cavalo num pequeno estábulo aos fundos de uma pensão de aparência humilde, mas limpa. Uma placa balançava com o vento: “Descanso da Roda”.
Ele entrou, carregando apenas sua bolsa discreta de viagem. A atendente, uma senhora idosa de olhos atentos e voz rouca, o observou com cuidado antes de entregar-lhe uma chave en