Ele continuou segurando meu braço. Eu não entendia por que ele estava achando ruim.
Puxei mais uma vez, tentando me soltar, mas ele manteve firme, e senti o aperto se intensificar um pouco mais.
Ele seguiu caminhando, e eu ao lado dele, com passos rápidos para não ser arrastada.
Meus olhos correram pelos quatro cantos da casa. Ninguém. Um alívio.
Ele abriu a porta do carona, e eu entrei rápido. Era melhor assim.
Fechou a porta, deu a volta no carro, parando por um instante diante do para-brisa,