Quando Samir passou pela porta do palácio, o silêncio o abraçou.
Fechou os olhos por um instante, apenas para ouvi-lo.
Não era ruim.
Ao abri-los novamente, olhou para o longo corredor que levava ao quarto de Ada.
Tudo estava silencioso.
Um dos guardas apareceu apressado.
— Ela chegou bem?
— Sim, senhor. O príncipe precisa de algo?
— Não. Pode ir.
Samir lançou um último olhar para o fim do corredor e seguiu na direção oposta, rumo ao próprio quarto.
Depois de um banho, deitou-se.
O sono, porém,