Dominik Santoro
Quando pego Luna nos meus braços, sinto um enorme desespero me percorrer de cima a baixo. Seu corpo frágil e inerte parece tão vulnerável, que meu coração gela com o medo de perdê-la. Eu não quero soltá-la dos meus braços, mas sei que é necessário levá-la para ser atendida por um médico.
O carro parte em alta velocidade, enquanto eu peço silenciosamente para que ela fique bem. Depois que tudo termina, vamos para a ONG, pois preciso saber como a Luna está.
Finalmente, chegamos on