Luna desvia o olhar por um instante, mexendo na xícara vazia à sua frente. Sabe que não adianta continuar fingindo.
— Desde a primeira noite. — admite, por fim, em voz baixa.
Ele franze levemente o cenho.
— Explique.
— Oliver tem pesadelos… todas as noites. — diz, escolhendo as palavras. — Acorda gritando, assustado. Só consegue se acalmar quando estou com ele.
Sebastian permanece em silêncio.
— Eu fico até ele dormir de novo. — continua. — Às vezes isso acontece uma vez. Às vezes várias.