O passeio pela propriedade deixa Oliver mais tranquilo, mas também visivelmente cansado. A caminhada longa, o sol suave e a novidade de ter companhia parecem ter drenado boa parte da energia que ele ainda tinha.
Assim que entram novamente na casa, ele puxa Luna pela mão com um gesto quase infantil.
— A gente pode pintar agora? — pergunta, como se aquela fosse a coisa mais importante do mundo.
Luna sorri, satisfeita por vê-lo interessado em algo simples.
— Claro que pode. — responde com cari