O telefone tocou, quebrando o silêncio confortável do quarto de Leonor, um espaço envolto em uma atmosfera de tranquilidade irônica, onde a luz suave do sol filtrava-se pelas cortinas, como se quisesse disfarçar as nuvens de confusão que pairavam em sua mente. Ela atendeu com a voz calma, mas era evidente que o tédio a drenava. — Alô,— Leonor, é a Brenda, a voz do outro lado soava firme, mas trazia consigo um traço de hesitação que não passou despercebido por Leonor, a ligação