Eu permanecia sentada no círculo secundário, mãos ainda pressionadas contra a barriga, com medo de mover até os dedos e quebrar algo invisível que eu não identificava onde estava.
Luna estava encolhida ao meu lado, tão quieta que parecia não estar ali.
O ar parecia mais frio. Não um frio físico, mas um frio sobrenatural.
— Mamãe… — ela sussurrou.
Olhei para ela imediatamente.
— Tô aqui.
Ela engoliu em seco.
— Eu sinto… como se alguém estivesse debaixo da casa.
Meu estômago se contraiu.
Não por