Eu já não conseguia distinguir quanto tempo havia passado desde que o frio começara a me consumir por dentro. Cada respiração parecia roubar demais de mim, era como se meus pulmões tivessem esquecido como respirar. A marca em meu punho queimava e congelava ao mesmo tempo, um paradoxo cruel que me mantinha presa entre a dor e a inconsciência.
— Fica comigo — a voz de Alexander chegava distante, ecoando como se eu estivesse submersa. — Não fecha os olhos, amor. Por favor!
Tentei responder algumas