Ela era linda. Não havia outra palavra na mente de Connor Sheffield a não ser isso. Ela era uma mulher bonita, e não importava quantas vezes lhe dissessem que não era Baby, algo dentro dele não podia deixar de ver a semelhança diabólica com ela.
Provavelmente era melhor para ele ir embora, pegar os papéis e voltar para a América, mas ele simplesmente não conseguia. Ele não conseguia fazer ouvidos de mercador a essa voz ou fazer vista grossa a todas as características reconhecíveis no rosto de M