O sábado tinha um ritmo diferente. Mais lento, mais leve. Aurora ainda estava de pijama quando recebeu a mensagem de Júlia.
“Você topa passar a tarde aqui em casa? Meu pai vai adorar te conhecer melhor.”
Aurora sorriu para a tela.
“Posso levar a Malu? Ela não sabe ficar sozinha nem por cinco minutos.”
A resposta veio quase imediata.
“Claro! Quanto mais gente, melhor.”
Quando o carro parou diante dos portões da mansão, Malu foi a primeira a falar:
— Isso não é uma casa. É um castelo