— Théo, eu tô aqui, querido. — Seguro sua mão e ele a desliza livre pelo meu braço. — Estamos juntos…
— Que isso? — Seus dedos acariciam o corte próximo ao pulso, seus olhos descem para a marca. — Se machucou, Raica?
— Sim. — Escondo o braço. Ele comprime os lábios, semblante preocupado. — Nada demais.
— Se cuida, Ra.
— Não se preocupe comigo, não sou eu que estou no hospital.
— Hoje eu saio dessa merda e encaro um mundo que passei a desprezar… — Um amargor nas palavras.
Não o condeno, partilha