Parei em frente ao casarão sinistro, bati palmas, mas ninguém respondeu, empurrei o portão, subi os degraus de entrada e bati na porta.
Uns minutos depois a porta foi aberta por uma senhora pequena de olhos azuis e cabelos completamente brancos preso em um coque, ela me olhou da cabeça aos pés dizendo em seguida: “Você está longe de casa, filho, por que alguém da sua espécie viria até minha porta?”
Como ela sabia tudo isso, eu olhava para ela de olhos arregalados e ela interrompeu meus pensamen