Axel Morgenstern
Assim que a porta do escritório se fechou atrás dela, eu sorri.
Não foi um sorriso bonito.
Foi curto, satisfeito, quase imperceptível — o tipo de sorriso que só aparece quando um desequilíbrio foi corrigido.
Ruby Stewart tinha entrado ali achando que podia me desafiar, me humilhar como fez na noite anterior, me jogar na lama daquele lugar imundo e sair ilesa. Não saiu. E, gostando ou não, o problema estava resolvido. Ela viria. Ela aprenderia. E eu cumpriria a promessa que fiz